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	<description>A Verdade, somente a Verdade, nada mais que a Verdade. De acordo com o MEU ponto de vista, é claro.</description>
	<pubDate>Mon, 12 Feb 2007 03:09:54 +0000</pubDate>
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		<title>PIOR É IMPOSSÍVEL&#8230;?</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Feb 2007 03:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Editor</dc:creator>
		
	<category>bobagens</category>
	<category>delírios</category>
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		<description><![CDATA[	&Agrave;s vezes acontecem coisas ruins. T&atilde;o ruins que costuma-se achar que se chegou ao fundo do po&ccedil;o. E ent&atilde;o, para grande espanto do pobre desafortunado, descobre-se que o fundo do po&ccedil;o tem por&atilde;o.
	Ent&atilde;o voc&ecirc; respira fundo, levanta a cabe&ccedil;a e faz for&ccedil;a para enxergar a luz no fim do túnel. Que existe mesmo: é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">&Agrave;s vezes acontecem coisas ruins. T&atilde;o ruins que costuma-se achar que se chegou ao fundo do po&ccedil;o. E ent&atilde;o, para grande espanto do pobre desafortunado, descobre-se que o fundo do po&ccedil;o tem por&atilde;o.</p>
	<p align="justify">Ent&atilde;o voc&ecirc; respira fundo, levanta a cabe&ccedil;a e faz for&ccedil;a para enxergar a luz no fim do túnel. Que existe mesmo: é um trem desembestado que vem na dire&ccedil;&atilde;o oposta. E voc&ecirc; só percebe isso quando está empastelado contra os trilhos, depois que todos os cinq&uuml;enta vag&otilde;es cheios de toneladas de ferro passaram por cima de voc&ecirc;.</p>
	<p align="justify">O derradeiro pensamento positivo&nbsp;é sempre aquele: &quot;n&atilde;o tem import&acirc;ncia; cedo ou tarde, isso passa.&quot; Bom, na verdade n&atilde;o. Certas coisas n&atilde;o passam. Elas mudam nossas vidas permanentemente, e a única coisa que o tempo fará é piorar a situa&ccedil;&atilde;o - ou dar uma solu&ccedil;&atilde;o indesejável.</p>
	<p align="justify">Esse ano come&ccedil;ou mal. A bruxa está solta.&nbsp;E a fim de maldade.</p>
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		<title>RESPONDENDO CORRENTES</title>
		<link>http://pravda.blogsome.com/2007/01/12/respondendo-correntes/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Jan 2007 03:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Editor</dc:creator>
		
	<category>bobagens</category>
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		<description><![CDATA[	Bom, o negócio é o seguinte: a Gabi - desculpem, eu sou uma anta nesses trecos de computador e n&atilde;o fa&ccedil;o a mínima idéia de como fazer pra linkar o blog dela ao nome. Cliquem aí do lado que é mais fácil. - teve a coragem inacreditável de mandar eu responder a uma corrente dizendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Bom, o negócio é o seguinte: a Gabi - desculpem, eu sou uma anta nesses trecos de computador e n&atilde;o fa&ccedil;o a mínima idéia de como fazer pra linkar o blog dela ao nome. Cliquem aí do lado que é mais fácil. - teve a coragem inacreditável de mandar eu responder a uma corrente dizendo 5 coisas de que eu gosto. Vejam bem, <u>cinco</u>! Minha sorte é que a própria Gabi subverteu uma corrente que era, originalmente, destinada a 5 coisas odiáveis. Ent&atilde;o, sejamos justos: v&atilde;o aí cinco coisas que eu adoro e cinco que eu detesto, ok? Assim eu me previno contra correntes futuras no sentido contrário&#8230;</p>
	<p align="justify"><strong>CINCO COISAS QUE EU ADORO&#8230;</strong></p>
	<ol>
<li>
<div align="justify"><em>Cafezinho - </em>n&atilde;o adianta. Eu sou total, absoluta e completamente viciado nessa pequena e antiga infus&atilde;o. Tenho opini&otilde;es próprias sobre boa parte das marcas de café expresso no mercado (o do Fran&#8217;s é forte demais para ser bom;&nbsp;o do Café do Ponto é bom, mas quando mal feito sai aguado;&nbsp;o da Kopenhagen é&nbsp;o melhor dentre os comerciais, até porque é acompanhado por um igualmente bom chocolate). Enfim, viciado, sabem? Café é o meu pó. N&atilde;o aquele outro, branco, que n&atilde;o serve pra ado&ccedil;ar nada, nem um mísero cafezinho&#8230;</div>
</li>
	<li>
<div align="justify"><em>Doces - </em>Especialmente na sobremesa. Eu passo mal quando almo&ccedil;o ou janto e n&atilde;o rola um docinho depois. Mesmo. Pode ser qualquer coisa - de sorvete a bombom, n&atilde;o importa. O importante é que tenha. Fruta n&atilde;o vale.</div>
</li>
	<li>
<div align="justify"><em>Um bom livro </em>- ou uma boa leitura em geral. Boa parte do meu trabalho, profissionalmente, consiste em ler e avaliar relatórios escritos por outras pessoas, e eu sou um leitor exigente.&nbsp; Quando um trabalho está muito bom, eu fa&ccedil;o com que isso transpare&ccedil;a na minha avalia&ccedil;&atilde;o. Quando está muito ruim, eu entro em p&acirc;nico, seguido por surtos esporádicos de fúria, já que n&atilde;o posso ser franco e dizer o que realmente acho do que li. E o mais legal de tudo é que eu saio do trabalho, venho para casa e, para relaxar, resolvo&#8230; ler! No momento, estou dividido entre <em>O Senhor dos Anéis, </em>que nunca consegui ler inteiro, <em>Sandman</em>, cuja cole&ccedil;&atilde;o estou recompondo (já tive quase tudo em edi&ccedil;&otilde;es anteriores, mas nunca consegui completar. Estou tentando de novo com essa nova edi&ccedil;&atilde;o da Conrad) e uma cambulhada de livros técnicos sobre assuntos relacionados ao meu doutorado. Eu mencionei que gosto de ler?</div>
</li>
	<li>
<div align="justify"><em>Jud&ocirc; - </em>treinei duas vezes jud&ocirc; na minha vida. Da primeira, era crian&ccedil;a; na segunda, tinha uns 14, 15 anos. Em ambas as vezes, parei rápido; nunca saí da faixa branca. Essa é a terceira vez. É curioso que só depois de velho eu tenha conseguido a disciplina necessária para sair de faixa. E também uma pena, porque o corpo já n&atilde;o responde como antes. Mesmo assim, em 2 anos consegui sair da faixa branca para a azul, da azul para a amarela, da amarela para a laranja, da laranja para a verde e da verde para a roxa. N&atilde;o, eu n&atilde;o sou bom. Eu sou o pior faixa roxa da História do Jud&ocirc;. Mas eu sou muito, muito, muuuito disciplinado. A ponto de fazer 50 flex&otilde;es antes da aula, 50 durante e 50 depois. E eu odeio flex&atilde;o.</div>
</li>
	<li>
<div align="justify"><em>Cerveja boa</em> - Aten&ccedil;&atilde;o. Eu disse <u>cerveja</u>, n&atilde;o esse mijo que nos vendem pelos bares mundo afora. Estou falando de Paulaner pra cima; Erdinger n&atilde;o vale.&nbsp;&nbsp;Sou capaz de ir no Asterix e gastar 60, 70, 80 paus em uma noite. Só com a minha parte da conta. Porque é claro, cerveja sem um monte de amigos loucos pra ficarem b&ecirc;bados e falar merda junto comigo, n&atilde;o tem gra&ccedil;a.</div>
</li>
</ol>
	<p align="justify"><strong>&#8230;E CINCO QUE EU DETESTO</strong></p>
	<ol>
<li>
<div align="justify"><em>Acordar cedo </em>- Eu odeio. Eu simplesmente odeio. E tenho que fazer isso todo santo dia. Putaquiopariu, é ruim demais. Especialmente em dia de semana. O que eu n&atilde;o faria por mais uns cinco minutinhos&#8230;</div>
</li>
	<li>
<div align="justify"><em>A Neodireita - </em>Nelson Ascher, Gianetti da Fonseca, Reinaldo Azevedo &amp; cia (da extinta <em>Primeira</em> <em>Leitura</em>), toda a turma do <em>Manhattan Connection </em>e, &quot;last but not least&quot;, Olavo de Carvalho. Essa turma tem todos os defeitos da antiga direita (do autoritarismo ao classismo burgu&ecirc;s radical, passando pela defesa de suas respectivas vis&otilde;es religiosas como verdades absolutas) com uma inteiramente nova: é absolutamente ignorante, embora se fa&ccedil;a passar por &quot;intelectual&quot;. E adota posturas de um radicalismo atroz, como defender o Bush, achar que existe mesmo uma &quot;Guerra de Civiliza&ccedil;&otilde;es&quot;, defender a tortura &quot;em certos casos&quot; e absurdos do tipo. Mas est&atilde;o ganhando terreno, já que a esquerda perdeu o rumo de casa - e esqueceu de onde veio e para onde estava indo também.</div>
</li>
	<li>
<div align="justify"><em>Computadores que n&atilde;o funcionam </em>- é impressionante a quantidade de vezes que eu tenho que reescrever os mesmos textos quando estou trabalhando. O Word simplesmente dá pau, fecha e n&atilde;o salva nada do que eu escrevi. Simples assim. Eu odeio.</div>
</li>
	<li>
<div align="justify"><em>Gente irracional </em>- voc&ecirc;s sabem: aquele tipo de gente que, n&atilde;o importa qu&atilde;o bom seja o argumento que voc&ecirc; usa, qu&atilde;o claro seja o seu raciocínio, eles n&atilde;o ouvem, n&atilde;o entendem ou se fazem de loucos. E decidem fazer o que tinham planejado antes, por mais que voc&ecirc; tenha explicado que n&atilde;o iria funcionar. E, quando n&atilde;o funciona, eles te culpam. É de matar.</div>
</li>
	<li>
<div align="justify"><em>O filho da puta que sujou meu nome na pra&ccedil;a - </em>pois é. Alguém pegou meu nome completo, endere&ccedil;o e CPF e come&ccedil;ou a fazer um monte de dívidas por aí. E agora est&atilde;o cobrando de mim valores relativos a coisas que eu nunca comprei. E o pior é que eu n&atilde;o fa&ccedil;o a mais remota idéia de onde tiraram meus dados!!! Juro: se eu descobrir quem é o canalha, ele n&atilde;o fica vivo. Pelo menos n&atilde;o inteiro.</div>
</li>
</ol>
	<p align="justify">E agora eu deveria indicar alguns coitados pra responder &agrave; mesma corrente. Mas eu n&atilde;o vou fazer isso, porque quero adicionar um sexto item em cada uma das listas acima:</p>
	<p align="justify">6. Eu odeio responder correntes - de e-mail, de blog, de carta, de sinal de fuma&ccedil;a&#8230;</p>
	<p align="justify">6. E, portanto, eu adoro quebrar correntes!</p>
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		<title>SEM IMAGINAÇÃO</title>
		<link>http://pravda.blogsome.com/2007/01/08/sem-imaginacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Jan 2007 03:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Editor</dc:creator>
		
	<category>bobagens</category>
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		<description><![CDATA[	Ok, vamos combinar uma coisa: eu sou um blogueiro bissexto. Freq&uuml;entemente passo uma semana ou mais sem escrever palavra neste blog. Ent&atilde;o, um dia&nbsp;me dá uma dor na consci&ecirc;ncia e eu fico horas tentando descobrir um assunto sobre o qual escrever. Como hoje, por exemplo.
	Mas a verdade é que eu ando sem inspira&ccedil;&atilde;o e sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Ok, vamos combinar uma coisa: eu sou um blogueiro bissexto. Freq&uuml;entemente passo uma semana ou mais sem escrever palavra neste blog. Ent&atilde;o, um dia&nbsp;me dá uma dor na consci&ecirc;ncia e eu fico horas tentando descobrir um assunto sobre o qual escrever. Como hoje, por exemplo.</p>
	<p align="justify">Mas a verdade é que eu ando sem inspira&ccedil;&atilde;o e sem assunto. Trabalhar na semana entre o Natal e o Ano Novo dá nisso. Pior se voc&ecirc; trabalha também na primeira semana do ano. A coisa mais emocionante que te acontece é ser assaltado na avenida Paulista, na saída do cinema. Mas nem isso é emocionante: a turma hoje está profiossional - parece até Brasília - e basta voc&ecirc; entregar a grana que eles te deixam em paz, com documentos e tudo. Melhor assim, claro. Pior para o blog.</p>
	<p align="justify">Mas nem só de blog vive um blogueiro, certo?</p>
	<p align="justify">&#8230;?</p>
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		<title>FELIZ ANO&#8230; NOVO?</title>
		<link>http://pravda.blogsome.com/2007/01/02/feliz-ano-novo/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Jan 2007 04:42:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Editor</dc:creator>
		
	<category>delírios</category>
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		<description><![CDATA[	E lá se vai mais um ano. N&atilde;o deixa saudades. Até o final foi ruim. A festa familiar foi o mesmo de sempre: muita comida, as mesmas discuss&otilde;es, as mesmas piadas, quase a mesma gente. Só n&atilde;o é exatamente a mesma turma de sempre porque neste ano pintaram por aqui uns amigos da família que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">E lá se vai mais um ano. N&atilde;o deixa saudades. Até o final foi ruim. A festa familiar foi o mesmo de sempre: muita comida, as mesmas discuss&otilde;es, as mesmas piadas, quase a mesma gente. Só n&atilde;o é exatamente a mesma turma de sempre porque neste ano pintaram por aqui uns amigos da família que t&ecirc;m por principal característica uma incrível e fundamental <u>chatice</u>.&nbsp;N&atilde;o que eles sejam chatos como aquela tia chata que chega na hora imprópria, só fala bobagem&nbsp;e te presenteou no Natal com uma gravata laranja com bolinhas roxas. Aquela sua tia é folclórica, pelo menos. Esses de quem eu falo s&atilde;o chatos profissionais. Mais chatos do que disco de pizza. Com recheio de chuchu.</p>
	<p align="justify">E o ano que entra n&atilde;o promete grandes coisas. É por isso que eu fa&ccedil;o como aquele mui sábio amigo e desejo&nbsp;a todos os que l&ecirc;em estas linhas um 2007 <em>razoavelmente tolerável.</em> Mais do que isso, voc&ecirc;s sabem, é muito arriscado. Vai que a gente deseja demais e Deus, ou a estatística, acaba nos sacaneando&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>POST NATALINO</title>
		<link>http://pravda.blogsome.com/2006/12/23/post-natalino/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Dec 2006 22:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Editor</dc:creator>
		
	<category>delírios</category>
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		<description><![CDATA[	E eis que chegamos a mais um Natal, época do ano que, pelos motivos religiosos conhecidos e desconhecidos, além de comerciais, as pessoas mandam mensagens cheias de desejos positivos, paz e esperan&ccedil;a uns para os outros. Pregam a bondade, a felicidade, a alegria e todos esses bons conceitos que, fora desta época do ano, só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">E eis que chegamos a mais um Natal, época do ano que, pelos motivos religiosos conhecidos e desconhecidos, além de comerciais, as pessoas mandam mensagens cheias de desejos positivos, paz e esperan&ccedil;a uns para os outros. Pregam a bondade, a felicidade, a alegria e todos esses bons conceitos que, fora desta época do ano, só aparecem nos discursos da ONU e nos livros de auto-ajuda.</p>
	<p align="justify">Pessoalmente, n&atilde;o tenho nada contra essa data. N&atilde;o há por qu&ecirc; passar o ano todo a&nbsp;desejar&nbsp;o mal&nbsp;a outras pessoas;&nbsp;deve-se amar a vida, nem que seja ao menos um dia por ano. N&atilde;o quero dizer com isto que eu deseje a morte de algumas pessoas. Talvez alguns desmembramentos&#8230; hm, n&atilde;o, o desmembramento é mais cruel do que a morte. <strike>Ok, vá lá, eu desejo a morte de alguns.</strike></p>
	<p align="justify">Mas o ponto é: desejar isso é errado. E é claro que, se é verdade que quase todos nós desejamos mais a morte uns&nbsp;dos outros no nosso quotidiano (embora escondamos o fato sob camadas de boas maneiras), sabemos que é algo vergonhoso. Mesmo que muitos realmente mere&ccedil;am&nbsp;o que lhes é desejado - seja por desonestidade, falta de caráter, burrice ou simples incompet&ecirc;ncia - todos nos persignamos por esses desejos maldosos, e utilizamos o 25 de dezembro para purgar nossas mentes culpadas dos maus pensamentos.</p>
	<p align="justify">Afinal, esta é a época de Amor e Paz, n&atilde;o é? É o que todos, no fundo, sempre desejamos aos nossos semelhantes, n&atilde;o é? No fundo, no fundo, todos achamos que estamos certos e que fazemos o Bem, n&atilde;o é?</p>
	<p align="justify">&#8230;n&atilde;o é?</p>
	<p align="justify">Feliz Natal: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hlQkpRW-ZXA">http://www.youtube.com/watch?v=hlQkpRW-ZXA</a></p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>SOBRE UM MONTE DE COISAS</title>
		<link>http://pravda.blogsome.com/2006/12/17/sobre-um-monte-de-coisas/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2006 02:36:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Editor</dc:creator>
		
	<category>bobagens</category>
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		<description><![CDATA[	Eu tinha um monte de assuntos&nbsp;sobre os quais&nbsp;escrever - coisa rara! - mas n&atilde;o tive nenhum tempo para faz&ecirc;-lo. Ent&atilde;o vou tentar condensar tudo em um post só. Vai ficar uma bosta muito longo, mas que se dane.
	Jud&ocirc;
	No fim de semana passado, ocorreu o Bonenkai, que é a comemora&ccedil;&atilde;o de fim-de-ano da academia, no sítio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Eu tinha um monte de assuntos&nbsp;sobre os quais&nbsp;escrever - coisa rara! - mas n&atilde;o tive nenhum tempo para faz&ecirc;-lo. Ent&atilde;o vou tentar condensar tudo em um post só. Vai ficar <strike>uma bosta</strike> muito longo, mas que se dane.</p>
	<p align="justify"><strong>Jud&ocirc;</strong></p>
	<p align="justify">No fim de semana passado, ocorreu o <em>Bonenkai</em>, que é a comemora&ccedil;&atilde;o de fim-de-ano da academia, no sítio do sensei no interior. Comi pacas, bebi horrores, nadei na piscina, joguei futebol e fiquei com aquela bela cor de jambo. Na segunda-feira seguinte, fui ao jud&ocirc;, e percebi que &agrave; minha bela cor correspondia uma fantástica sensa&ccedil;&atilde;o generalizada de ard&ecirc;ncia. Imaginem que delícia é ser projetado &agrave; dist&acirc;ncia com as costas ardentes. É pior. Fiquei t&atilde;o desesperado que tentei ao máximo n&atilde;o cair, e lutei como nunca. Fui t&atilde;o bem, mas t&atilde;o bem, que quase furei o olho de um colega. <strike>Quando ele sarar, estou frito. Ele é japon&ecirc;s.</strike></p>
	<p align="justify"><strong>Pinochet</strong></p>
	<p align="justify">Muito foi dito sobre a morte do terrível ditador chileno. Aliás, foi muito curioso notar que os melhores comentários sobre isso n&atilde;o foram de nenhum petista ou esquerdista histórico, mas sim de José Serra, que apesar de tucano nunca disse &quot;esque&ccedil;am o que escrevi&quot;, e de - pasmem! - Cesar Maia, dono do pefel&ecirc; carioca.&nbsp;A explica&ccedil;&atilde;o: Serra&nbsp;estava no Chile quando o golpe contra o presidente Allende ocorreu; e n&atilde;o sei se Maia estava lá ou n&atilde;o, mas foi perseguido por aqui mesmo [ERRATA: Meu contato no PFL informa que Cesar Maia estava no Chile na época, também. Valeu. Corre&ccedil;&atilde;o feita.]. Para Serra,&nbsp; <em>&quot;[Pinochet] n&atilde;o vai deixar saudades. Ele vai ser sempre associado &agrave; corrup&ccedil;&atilde;o, &agrave; tortura, deu um mau exemplo para a América Latina. O Chile era uma bela democracia, e felizmente hoje é de novo&quot;. </em>E, segundo Cesar Maia, a economia chilena n&atilde;o cresceu por causa de Pinochet, mas sim apesar dele&#8230;</p>
	<p align="justify">Quanto a mim, reproduzo meu próprio av&ocirc; que, sendo espanhol, soube pela tev&ecirc; da morte do general Francisco Franco, após longa agonia. Disse ele: <em>&quot;é uma vergonha que morra na cama. Esse filho da puta merecia ter morrido com uma bala na testa!&quot;</em></p>
	<p align="justify"><strong>Trabalho</strong></p>
	<p align="justify">O que voc&ecirc;s v&atilde;o fazer na semana entre o Natal e o Ano Novo? Viajar, né? Passear com a família, a(o) namorada(o), os entes queridos, certo? Eu vou&#8230; trabalhar. E na semana de 2 a 5 de janeiro, início de ano? Certamente voc&ecirc;s curtir&atilde;o uma folguinha merecida, n&atilde;o é?&nbsp;Pois eu estarei&#8230; trabalhando.</p>
	<p align="justify">Agora com licen&ccedil;a que eu vou chorar ali no canto.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>GÊNIOS SÃO ETERNOS</title>
		<link>http://pravda.blogsome.com/2006/12/10/genios-sao-eternos/</link>
		<comments>http://pravda.blogsome.com/2006/12/10/genios-sao-eternos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2006 02:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Editor</dc:creator>
		
	<category>delírios</category>
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		<description><![CDATA[	Do dicionário Houaiss:
	Kafkiano é o que, além de remeter &agrave; obra de Franz Kafka (1883-1924), evoca uma atmosfera de pesadelo, de absurdo, especialmente em um contexto burocrático que escapa a qualquer lógica ou racionalidade.
	E ELE NUNCA CONHECEU O BRASIL!!!
	**********
	E por falar em Kafka: hoje matei uma barata no banheiro. Espero sinceramente que n&atilde;o seja uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Do dicionário Houaiss:</p>
	<p align="justify"><em><strong>Kafkiano </strong>é o que, além de remeter &agrave; obra de Franz Kafka (1883-1924), evoca uma atmosfera de pesadelo, de absurdo, especialmente em um contexto burocrático que escapa a qualquer lógica ou racionalidade.</em></p>
	<p align="justify">E ELE NUNCA CONHECEU O BRASIL!!!</p>
	<p align="center"><em>**********</em></p>
	<p align="justify">E por falar em Kafka: hoje matei uma barata no banheiro. Espero sinceramente que n&atilde;o seja uma parente de Gregor Samsa.</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>VIAJAR É LEGAL, MAS&#8230;</title>
		<link>http://pravda.blogsome.com/2006/12/05/viajar-e-legal-mas/</link>
		<comments>http://pravda.blogsome.com/2006/12/05/viajar-e-legal-mas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2006 00:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Editor</dc:creator>
		
	<category>bobagens</category>
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		<description><![CDATA[	Esse negócio de sempre viajar a trabalho é bem legal, porque sempre se conhece um monte de gente diferente, vai-se a um monte de lugares interessantes e isso&nbsp;impede que o tédio da rotina domine completamente sua vida profissional - o que é sempre fatal quando se é um burocrata. Fora que é uma boa desculpa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Esse negócio de sempre viajar a trabalho é bem legal, porque sempre se conhece um monte de gente diferente, vai-se a um monte de lugares interessantes e isso&nbsp;impede que o tédio da rotina domine completamente sua vida profissional - o que é sempre fatal quando se é um burocrata. Fora que é uma boa desculpa para <strike>a pregui&ccedil;a que leva a</strike> n&atilde;o se postar nada durante um m&ecirc;s no próprio blog.</p>
	<p align="justify">Mas tem conseq&uuml;&ecirc;ncias meio graves. Como, por exemplo, um ofício de um Procurador da República <strike>isto é, um promotor que ganha mais e se acha mais</strike> dizendo que, se voc&ecirc; n&atilde;o responder aquele outro ofício de mil anos atrás com exig&ecirc;ncias absurdas em&nbsp;vinte e quatro&nbsp;horas, ele abre um processo contra voc&ecirc; e manda te prender.</p>
	<p align="justify">Tenha dó!&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>MANIA DE FERIADO</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Nov 2006 01:58:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Editor</dc:creator>
		
	<category>bobagens</category>
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		<description><![CDATA[	Brasileiro tem mania de feriado. Ninguém se importa com o significado de um dia cívico - o que aconteceu em 15 de novembro mesmo? A Independ&ecirc;ncia? Ou isso foi em 7 de setembro? - mas se alguma otoridade tenta tungar o feriado, neguinho fica fulo.
	Dia santo é a mesma coisa. Eu n&atilde;o sei a diferen&ccedil;a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Brasileiro tem mania de feriado. Ninguém se importa com o significado de um dia cívico - o que aconteceu em 15 de novembro mesmo? A Independ&ecirc;ncia? Ou isso foi em 7 de setembro? - mas se alguma <em>otoridade </em>tenta tungar o feriado, neguinho fica fulo.</p>
	<p align="justify">Dia santo é a mesma coisa. Eu n&atilde;o sei a diferen&ccedil;a entre Sexta-Feira Santa e Quaresma, mas sei que a Páscoa é aquela data dedicada nacionalmente ao consumo desbragado de chocolates. Tem um outro significado religioso aí, acho, mas sei lá qual é.</p>
	<p align="justify">Natal é fácil: Papai Noel na cabe&ccedil;a. Parece que tem um outro barbudo competindo pela data, mas deve ser algum lance comercial.</p>
	<p align="justify">Nada disso faz o brasileiro - que afinal é brasileiro e n&atilde;o desiste nunca - largar m&atilde;o de seu diazinho de sossego. Nem que seja em plena quarta-feira, no meio da semana, e quebre as pernas de qualquer planejamento ou cronograma.</p>
	<p align="justify">E viva a República. Ou a Independ&ecirc;ncia, ou S&atilde;o Longuinho, ou qualquer coisa assim&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>VISITA À ILHA DA FANTASIA</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Nov 2006 00:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Editor</dc:creator>
		
	<category>delírios</category>
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		<description><![CDATA[	Bem, estou de volta. N&atilde;o por muito tempo, já que viajo novamente no fim da semana. Mas pelo menos n&atilde;o vai ser para Atl&acirc;ntida Brasília, que n&atilde;o é uma cidade, e sim uma nave espacial anienígena disfar&ccedil;ada de Capital Federal de um país de Terceiro Mundo.
	É sério. A cidade parece o continente perdido de Mu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p align="justify">Bem, estou de volta. N&atilde;o por muito tempo, já que viajo novamente no fim da semana. Mas pelo menos n&atilde;o vai ser para <strike>Atl&acirc;ntida</strike> Brasília, que n&atilde;o é uma cidade, e sim uma nave espacial anienígena disfar&ccedil;ada de Capital Federal de um país de Terceiro Mundo.</p>
	<p align="justify">É sério. A cidade parece <strike>o continente perdido de Mu</strike> algo totalmente fora da realidade, ou um resto de cenário de filme B de fic&ccedil;&atilde;o científica. E o pior é que os residentes parecem todos alienígenas. Eles vivem num mundo meio paralelo no qual a burocracia faz sentido, todo mundo tem carro (andar a pé naquele lugar é uma aventura de alto risco), discursos s&atilde;o quase realidade e o governo tem planos sérios e coerentes para os temas mais importantes da vida nacional.</p>
	<p align="justify">Só pode ser fic&ccedil;&atilde;o, mesmo.</p>
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